
Se tem duas coisas que se confundem no imaginario popular, e que todos os leigos colocam na mesma panela e misturam, essas coisas são a umbanda e o espiritismo.
Por conta dos dogmas da mediunidade e da reencarnação, que fazem com que as duas tenham semelhanças, esse cozido religioso se justifica, mas atualmente o que não se justifica são os praticantes das duas religiões ainda desconhecerem os preceitos e atividades uma da outra.
Tanto a umbanda como o espiritismo, tem o objetivo de auxiliar as pessoas utilizando principalmente o mecanismo da mediunidade redentora, o que traz aos trabalhadores da duas searas uma mesma responsbilidade, a do trabalho no bem, cumprindo o que manda a lei de Deus ou lei natural se preferirem!
O espiritismo, doutrina codificada por Alan Kardec, faz uso da mediunidade em reuniões fechadas, visando principalmente o trabalho de orientação aos desencarnados em sofrimento utilizando o aparelho mediúnico como canal de comunicação para esse sofredor e através da doutrinação e encaminhamento o espírito é direcionado para o auxilio dos planos invisíveis.
A umbanda, utiliza a mediunidade em reuniões abertas, e o cavalo, é ultilizado para a comunicação dos seus guias, que orientam e aconselham os encarnados auxiliando-os em seus problemas.
Mas depois que se atravessa o véu de Isis e se penetra no mundo espiritual, as atividades se confundem e o trabalho se mistura, visto que para os trabalhadores do espaço não existem essas barreiras e diferenças e o que vem em primeiro lugar é a atividade no bem. Espíritos criados nas falanges de umbanda penetram as casas espíritas e auxiliam na manutenção do plano astral e do campo vibratório, por sua vez espíritos das linhas de trabalho das cidades espirituais regidas pelas direções do espiritismo assumem a roupagem dos queridos pretos-velhos e dão seus sábios conselhos nos terreiros de umbanda!
Que possamos estudar e acima de tudo compreender o proximo a assim ter livre transito em todas as esferas!
Saravá!